Já dizia
o Arnaldo
Jabor...
‘’A
Idiotice é vital para a felicidade’’
Três pontinhos
azuis [...]
Mais uma manhã em
que o Relógio parecia mais retardado
O Sol mais
calmo, O tempo mais lento,
E eu mais idiota.
Sem a chata da
Seriedade,
Minha cabeça cheia de
coisas, e
as coisas
cheias de
graça...
Cinco e quinze, e
eu contando piadas para o vento,
Subindo no telhado e tentando tocar o céu nublado,
Rindo Sozinho...
E me chamando de
louco porque estava rindo por
nada.
Eu tinha deixado
com a borboleta amarela que
Varias pessoas tinham rido de mim.
e se por acaso, alguém ver essa borboleta amarela por
ai,
diga que mandei lembranças.
Hoje eu vou ir ao
cinema, vou ir ao parque,
Vou chamar meus amigos,
Misturar tudo
e tentar esquecer os problemas.
Confesso que ainda
não desaprender a brincar,
Ainda dou risos
do meu
tamanho,
ou maior
que eu,
Não tem problema algum (pelo menos pra mim).
Já não me lembro
das pessoas que me falavam sobre ser um adulto,
Tenho minhas brincadeiras,
Ainda choro pra todo mundo ver,
Ainda ando descalço, e estou descalço agora,
idaí?
Conto piadas em qualquer lugar...
Faço e falo besteirinhas.
Seis e trinta... Tomando o primeiro Copo
de água,
Tomando mais uma decisão de dispensar o mau humor
ou transmitir adiante.
Seis e trinta e dois... com problemas na cabeça,
e com uma vontade de gritar para
o mundo:
Paz e amor!
Com uma vontade de Cantar, Chorar,
Dançar...
De ser assim, fazendo de mim um perfeito idiota.